Teológica

Hermenêutica bíblica sobre a união de pessoas do mesmo sexo, por D. Barry Morgan

O  bispo Barry Morgan, que se aposentará em janeiro de 2017, realizou seu último discurso ao órgão dirigente da Igreja Anglicana de Gales, como Arcebispo Primaz do país. Nesse discurso, usou de grande domínio hermenêutico para ratificar seu ponto de vista de que é possível sustentar a união entre pessoas do mesmo sexo, a partir da interpretação da Sagrada Escritura. Foi como que uma resposta final às críticas que sofreu da ala mais tradicional da Igreja no país, ao ser acusado de ter se deixado influenciar por ideias liberais em seu governo pastoral. Dr. Barry Morgan foi eleito Arcebispo Primaz, em 2002, para substituir D. Rowan Williams, que havia sido eleito o 104º Arcebispo de Cantuária.

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D. Barry Morgan

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Palavra do Presidente, o Arcebispo de Gales, o Reverendíssimo Barry Morgan
ao encontro do órgão dirigente na Universidade de Trinity Saint David,
Lampeter, em 14 de setembro de 2016

Tenho de confessar que nos últimos 13 anos nunca reli uma palavra presidencial que dei ao órgão dirigente. Fiz bem – alguns de vocês podem estar pensando – uma vez é mais que suficiente para alguém! Antes de escrever esta, no entanto, decidi reler a primeira que escrevi como novo arcebispo e fiquei impressionado ao descobrir que havia falado sobre a autoridade e a interpretação da Escritura, a natureza do anglicanismo, a tomada de decisões na Comunhão Anglicana e o lugar das Resoluções de Lambeth, tudo em uma única mensagem. Ela se assemelhou um pouco ao primeiro sermão de alguém recém-ordenado, no qual a pessoa inclui todas as percepções teológicas que possui.

A razão pela qual eu a reli foi porque quis constatar se havia falado sobre o discernimento da vontade de Deus por intermédio da leitura da Sagrada Escritura, particularmente em relação à sexualidade humana. A discussão que tivemos naquele encontro do Órgão Dirigente foi uma das discussões mais pacíficas, construtivas, equilibradas e regadas a oração que tivemos nele. Não houve nenhum consenso sobre como deveríamos lidar com relacionamentos e casamento de pessoas do mesmo sexo, mas houve uma escuta respeitosa ao que cada pessoa tinha a dizer.

Desde aquele debate, os bispos, como vocês sabem, têm apresentado orações que podem ser feitas com os que têm relações homossexuais e, como seria de se esperar, têm havido críticas por parte daqueles que dizem que excedemos nossa autoridade e ignoramos ordens bíblicas e dos que dizem que ainda não fomos longe o bastante no exercício dessa autoridade. Seja como for, a questão essencial sobre a qual quero tratar nesta tarde é a do lugar da Escritura no discernimento da vontade de Deus. E tentarei não repetir nada do que disse em 2003.

Uma carta resume a visão sustentada por algumas pessoas. Ela começou com um “meu senhor arcebispo”. Você sabe que terá problemas quando cartas começam assim. E continuou, dizendo, “escrevi para expressar minha mais profunda decepção e desilusão com a integridade moral de seu mandato, no que tange à questão dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. A igreja precisa ser conduzida sobre este assunto pela voz fidedigna da Escritura.”

Essa declaração sugeriu que os bispos haviam ignorado a Bíblia e se deixado influenciar pela cultura liberal de nosso tempo e, portanto, não estavam levando as Sagradas Escrituras a sério. Quero responder que, longe de ignorar a Sagrada Escritura, os bispos deram o passo que deram porque levaram muito a sério o que a Bíblia tem a dizer sobre o discernimento da vontade de Deus.

Não quero limitar o que tenho a dizer sobre o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo. Há uma questão muito mais abrangente sobre como alguém discerne a vontade de Deus conforme revelada pela Sagrada Escritura de maneira mais abrangente. Primeiro, deixe-me declarar o óbvio. A Bíblia não é um livro e sim uma série de livros e, dentro desses livros, escritos por uma variedade de autores, há muitas perspectivas diferentes, mas também mudanças na perspectiva acerca de tópicos particulares. Os textos bíblicos não são palavras de Deus, ditadas por ele a autores humanos e sim a resposta inspirada à revelação. Tratam-se, no entanto, de uma resposta humana e não podem ser consideradas como idênticas a essa revelação, especialmente considerando-se que algumas partes da Bíblia são incompatíveis com outras.

Deixe-me dar alguns exemplos.

O Segundo Livro de Reis registra o massacre, sob o comando de Jeú, da Casa Real de Acabe, em Jezreel. A matança de toda a família do rei Acabe e da rainha Jezebel e de todos a eles associados é descrita como tendo sido feita por Jeú, a pedido do profeta Eliseu que, por sua vez, é descrito como tendo sido ungido por Deus para realizar esse ato. Em outras palavras, Eliseu e Deus são vistos como apoiadores de uma política de assassinato em massa. Reconheço, é claro, que essa não é a primeira história de assassinato e de massacre no Antigo Testamento, mas escrevendo bem mais tarde sobre esse incidente, o profeta Oseias (cap. 1:4) diz que Jeú se comportou de maneira cruel e deveria ser punido pelo que fez.

Em outras palavras, houve uma mudança na perspectiva, dentro da própria Escritura, sobre o mesmo incidente. +Rowan¹, escrevendo sobre esse incidente diz, “Oseias teria dito “tenho certeza que meu predecessor profético Eliseu estava certo de estar fazendo a vontade de Deus e que  a tirania e a idolatria da Casa real de Acabe era um escândalo que precisava ser suprimido. Mas foi correto Jeú assassiná-los daquela maneira?” E +Rowan continua, dizendo que a observação de Oseias foi um momento marcante na redação do Antigo Testamento – um reconhecimento de que era possível crescer no entendimento da vontade de Deus e repensar o passado.

Algo no mundo de Oseias, um profeta que escreve de modo tão comovente sobre o amor irresistível de Deus pelo Seu povo, havia aberto o seu coração para um novo entendimento de Deus como um ser que não aprovaria um assassinato em massa. Jesus leva o assunto mais adiante quando diz, “vocês ouviram o que foi dito, olho por olho, dente por dente. Mas eu lhes digo, não resistam ao malfeitor. Se alguém lhes atingir numa face, ofereçam a outra. Perdoem seus inimigos. Façam o bem aos que lhes odeiam.”

Oseias  e Jesus, portanto, falam sobre Deus e o veem de uma maneira totalmente diferente da de outros livros no Antigo Testamento, demonstrando que o endosso de Eliseu ao massacre perpetrado por Jeú não deveria ser a última palavra sobre esse assunto. Assim, se nos perguntassem que ponto de vista achamos que refletem a vontade de Deus, o que responderíamos?

Vamos observar outro exemplo, desta vez no livro de Deuteronômio. Em Deuteronômio 23, 2-3 nós lemos:“Quem nasceu de união ilícita não poderá entrar na assembleia do Senhor, como também os seus descendentes, até a décima geração. Nenhum amonita ou moabita ou qualquer dos seus descendentes, até a décima geração, poderá entrar na assembleia do Senhor.”

O que Deuteronômio está dizendo é que todos os que foram  nascidos de uniões ilícitas ou incestuosas ou que foram descendentes dos moabitas ou dos amonitas deveriam ser perpetuamente banidos da adoração, uma vez que não eram considerados como aceitáveis para Deus.

Mas há ao menos duas histórias de incesto no Antigo Testamento que ignoram essas proibições. A primeira, de Ló com suas filhas, uniões que geraram os amonitas e moabitas, e o incesto de Judá com sua nora, Tamar. As filhas de Ló e Tamar dão à luz filhos que formam parte da árvore genealógica de Davi e de Jesus. Rute, a moabita, é uma ancestral de Davi. Se ela e seus descendentes, os filhos das filhas de Ló e o filho de Tamar estão banidos da comunidade adoradora, como explicar o rei Davi?

Deuteronômio então passa uma sentença de exclusão perpétua de moabitas e dos nascidos de incesto da comunidade adoradora, mas essas pessoas são ancestrais de Davi e de Jesus. A lei em Deuteronômio nos diz, mas as histórias do Antigo Testamento nos dizem algo completamente diferente.

Davi é descendente de dois incestos, tem sangue moabita em suas veias e, no entanto, é o rei de Israel e a voz da oração de Israel a Deus. No Evangelho de Mateus, Tamar e Rute são mencionadas na linhagem do Messias, sem nenhuma alusão a que o incesto e o sangue moabita devessem excluir Jesus de participar da comunidade adoradora, muito menos de ser o Messias. Em outras palavras, a própria Escritura apoia a inclusão radical daqueles que outros textos bíblicos identificaram como sendo uma abominação.

Quando no livro de Atos Pedro começa a se associar com os gentios e os batiza, está desobedecendo diretamente a uma proibição bíblica em Levítico de ter qualquer contato com pessoas de outras raças porque elas são impuras. O Código de Santidade de Levítico é posto de lado em favor da crença em um Deus que aceita pessoas impuras.

Deixe-me dar outro exemplo que mencionei antes. Deuteronômio 23, 2-3 diz: “Qualquer que tenha os testículos esmagados ou tenha amputado o membro viril, não poderá entrar na assembleia do Senhor”.

Mas em Isaías 56, 4-5 o profeta diz: “Aos eunucos que guardarem os meus sábados, que escolherem o que me agrada e se apegarem à minha aliança, a eles darei, dentro de meu templo e dos seus muros, um memorial e um nome melhor do que filhos e filhas, um nome eterno, que não será eliminado”.

Finalmente, no livro de Atos 8, 38, há a história do apóstolo Filipe, que batiza um eunuco etíope.

Deuteronômio diz que eunucos são uma abominação para Deus e não são bem-vindos à comunidade adoradora por causa de sua ambivalência sexual e de sua reputação de terem sexo passivo com outros homens. O profeta Isaías discorda e diz que eles serão ainda mais aceitos e abençoados por Deus que os judeus, o povo escolhido de Deus. E tudo isso se cumpre no livro de Atos, quando Filipe batiza um eunuco etíope que havia estado em Jerusalém, no Monte Sião, para adorar. O eunuco, uma figura a ser expulsa conforme Deuteronômio, agora se torna aceitável, tanto para o judaísmo quanto para a igreja cristã emergente.

Estrangeiros eram odiados pelos judeus e os sexualmente fora dos padrões ainda mais, porque não geravam filhos. No entanto, um eunuco etíope é aceito por Filipe e valorizado como ser humano com plenos direitos, sem que sua raça ou sexualidade deponham contra ele. Isaías coloca de lado as proibições de Deuteronômio com suas leis de pureza e de santidade e o Novo Testamento dá um passo adiante e está disposto, na pessoa de Filipe, a oferecer batismo a um eunuco.

O que tudo isso demonstra é que dentro das Escrituras há mudanças radicais de entendimento sobre o que significa discernir a vontade de Deus. Não vai funcionar citar textos de partes da Bíblia de maneira simplista sem referência a seus contextos. A Bíblia deve ser tratada como um todo e discernida, frequentemente através de histórias, quanto à direção que está tomando. Em outras palavras, a Sagrada Escritura contém não apenas ordens éticas mas histórias e histórias comunicam verdade sobre o entendimento das pessoas acerca de Deus. Afinal, Jesus passou boa parte de sua vida contando histórias para fazer as pessoas entenderem a natureza e o caráter de Deus.

George Herbert, escrevendo sobre as Escrituras em um de seus poemas, diz:

Ah, que eu pudesse saber como combinam todas as tuas luzes,

E todas as configurações da glória delas!

Ver não apenas como cada verso brilha,

Mas todas as constelações da história.”

Todas as constelações da história têm de ser levadas em consideração. Todos os exemplos que dei demonstram que não há nenhum entendimento consolidado sobre o que a Bíblia diz em relação a vários assuntos e que lê-la como um todo pode alterar a perspectiva total do leitor.

Deixe-me dar outro exemplo que é ainda mais surpreendente. A Bíblia tem muito a dizer sobre escravidão. Abraão teve escravos e, de acordo com Gênesis 24, 35, Deus o abençoou dando-lhe escravos e escravas. Josué, Davi e Salomão tornaram prisioneiros de guerra em escravos sob ordem divina. O Decálogo acha natural que pessoas tenham escravos e os profetas falam sobre a necessidade de que sejam tratados com justiça. Não há nada no Antigo Testamento que indique que a escravidão fosse de algum modo imoral, ou devesse ser abolida. Nem Jesus condena a escravidão e fala sobre escravos em suas parábolas como se fossem um fenômeno totalmente natural. Paulo recomenda que os escravos obedeçam a seus senhores.

Há, portanto, uma base bíblica avassaladora para a escravidão. Sim, senhores são exortados a tratá-los com justiça, mas enquanto instituição, ela é considerada algo bom. Aliás, durante a Guerra Civil Americana, alguns cristãos expuseram argumentos baseados em textos bíblicos para terem escravos.

Por que então a escravidão foi abolida tendo base bíblica tão avassaladora? Por que? Porque se você ler as Escrituras em sua totalidade, ela se opõe à opressão, à dominação e ao abuso. “Eu vim”, diz o Jesus do evangelho de Lucas “para proclamar liberdade aos presos, e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos”.

Assim, a despeito de todas as passagens em favor da escravidão, quando você examina as Escrituras como um todo e o ministério de Jesus em particular, percebe que eles dizem respeito à liberdade de tudo que diminui e desumaniza as pessoas. Nenhum cristão hoje, espero, argumentaria que a escravidão é boa, mas por dezenove séculos a igreja a aceitou e a defendeu. Deus, através de seu Santo Espírito, nos tem guiado à verdade hoje para vermos as coisas de um modo totalmente diferente e ficamos, com justiça, horrorizados quando lemos de pessoas que foram mantidas cativas por outras.

Tudo isso para dizer que ninguém pode argumentar que haja um modo tradicionalmente aceito de interpretar a Escritura que seja verdadeiro e ortodoxo e tudo o mais seja revisionismo moderno, culturalmente condicionado. A própria Escritura é diversa e visões teológicas de alguns livros bíblicos são reformuladas por outros autores à luz da experiência.

Como o Jesus do evangelho de João diz, “Tenho ainda muito que lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora. Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir”. João 16, 12-13

Ou, para citar o Papa Francisco no Sínodo dos Bispos no ano passado: “a tentação é à inflexibilidade hostil, de se fechar dentro da palavra escrita (a carta) e não se permitir ser surpreendido por Deus, o Deus das surpresas, o Espírito”.

Assim, considerar a Bíblia como um todo e levar o que ela diz muito a sério pode nos conduzir a uma visão diferente dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo que aquela sustentada pela igreja. Não quero aqui me deter em detalhe a textos que pretensamente lidam com este tópico – de todo modo, não há muitos deles. Tudo o que eu diria é que à medida que você os examina, eles não dizem respeito a relacionamentos monogâmicos compromissados, amorosos e estáveis com pessoas do mesmo sexo, mas a algo totalmente diferente.

As histórias de Sodoma e Gomorra, por exemplo, associadas a homossexualidade e que deram origem à palavra pejorativa “sodomita” dizem, na verdade, respeito a um abuso de hospitalidade e àquilo que o autor chama de “uma tentativa de estrupo coletivo feita por uma turba contra dois forasteiros que são hóspedes de Ló”. De fato, Ezequiel diz que os parentes de Ló foram punidos primariamente porque recusaram-se a ajudar aos pobres e necessitados.

Também no Novo Testamento, algumas das passagens frequentemente citadas não estão relacionadas a relacionamentos compromissados e estáveis entre pessoas do mesmo sexo, mas a pederastia e a prostituição masculina. Mas tudo isso à parte e uma vez que cada uma das passagens pretensamente sobre homossexualidade pode ser interpretada de mais de uma maneira, chegamos à questão fundamental quanto a se, tomando-se a Bíblia como um todo, poderemos chegar às mesmas conclusões sobre relacionamentos compromissados, estáveis e amorosos entre pessoas do mesmo sexo como às que chegamos acerca da escravidão.

Portanto, não estamos abandonando a Bíblia, mas tentando interpretá-la de um modo que seja consistente com o ímpeto principal do ministério de Jesus, que saía do seu caminho para ministrar aos que eram excluídos, marginalizados e abandonados por sua sociedade porque eram considerados impuros e profanos pelos líderes religiosos de seu tempo, seja por causa de seu gênero, sua idade, moralidade ou sexualidade. Levar a Sagrada Escritura a sério significa prestar atenção ao ministério inclusivo de Jesus.

E tudo isso sem considerarmos o que agora sabemos sobre atração por pessoas do mesmo sexo em termos psicológicos e biológicos. E certamente, se Deus é o criador, ele se revela a nós através de novos conhecimentos e percepções para que, por exemplo, não mais acreditemos que o mundo foi criado em seis dias. Como tentei demonstrar, na Bíblia há muitas perspectivas totalmente diferentes sobre o mesmo assunto. A responsável por essa mudança foi  uma expansão do entendimento sobre o assunto em questão.

Assim, para gerações passadas, a prática homossexual era vista como uma falha moral porque as pessoas não tinham nenhum entendimento sobre sexualidade humana e sobre como os seres humanos são formados biológica, psicológica e socialmente. Para elas, tratava-se de um transtorno. Nós agora sabemos que a orientação sexual não é uma questão de escolha pessoal, mas de como as pessoas são e isso deveria fazer uma enorme diferença no modo como vemos as coisas.

Andrew Davison, que editou o maravilhoso livro intitulado “Amazing Love (Maravilhoso Amor)” tem esta passagem nele:

Somos mais verdadeiros quando vivemos para os outros e ganhamos vida não nos agarrando a ela, mas entregando-a. Viver para os outros salienta o mais verdadeiro sentido de sexualidade. Os cristãos têm descoberto que a maioria das pessoas floresce melhor quando esse viver para os outros encontra seu foco em um compromisso com uma outra pessoa: quando um casal faz um compromisso para toda a vida, dentro do qual o sexo faz parte, de modo apropriado”.

Aqueles dentre nós que foram ou são casados têm constatado que esse é o caso. Por que queremos negar essa possibilidade para os que sentem atração por alguém do seu próprio gênero?

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1 – Rowan Douglas Williams, 104º Arcebispo de Cantuária, Líder da Comunhão Anglicana (2002-2013).

* Se você desejar, pode fazer o download do discurso-de-d-barry-morgan-ao-orgao-dirigente-da-igreja-anglicana-de-gales.

Texto Original em inglês: http://www.anglican.ink/article/archbishop-wales-declares-scriptural-support-same-sex-marriage.

Tradução para o Português: Jorge Camargo. Disponível no site: http://sn.ieab.org.br/2016/09/19/arcebispo-de-gales-declara-base-biblica-para-casamento-de-pessoas-do-mesmo-sexo/

2 comentários em “Hermenêutica bíblica sobre a união de pessoas do mesmo sexo, por D. Barry Morgan

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